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Aos 127 anos, Campo Grande vive nova fase de desenvolvimento urbano e atrai investimentos imobiliários

Aos 127 anos, Campo Grande vive nova fase de desenvolvimento urbano e atrai investimentos imobiliários

Capital sul-mato-grossense cresce preservando áreas verdes, mobilidade e qualidade de vida, enquanto atrai novos investimentos e consolida novos eixos de desenvolvimento

No próximo dia 26 de agosto, Campo Grande celebra 127 anos de emancipação político-administrativa consolidando uma trajetória marcada por planejamento urbano, crescimento sustentável e qualidade de vida. Ao longo de sua história, a capital de Mato Grosso do Sul conseguiu expandir sua infraestrutura, diversificar sua economia e preservar características que hoje a posicionam entre as cidades mais atrativas para viver e investir no Brasil.

Com população estimada em 962,8 mil habitantes e Produto Interno Bruto (PIB) próximo de R$ 42 bilhões, Campo Grande possui uma economia sustentada principalmente pelos setores de comércio e serviços, além de acompanhar o fortalecimento de segmentos estratégicos ligados ao desenvolvimento do estado. Esse cenário impulsiona a valorização imobiliária e reforça o protagonismo da cidade em um novo ciclo de crescimento.

Crescimento urbano de Campo Grande

Fundada em 1872 por José Antônio Pereira e elevada à condição de município em 26 de agosto de 1899, Campo Grande construiu sua identidade sobre bases de planejamento urbano. A partir de 1977, quando se tornou capital de Mato Grosso do Sul, passou a vivenciar um processo consistente de expansão territorial, fortalecimento econômico e desenvolvimento da infraestrutura.

Diferentemente de grandes centros que enfrentaram crescimento acelerado e pouco ordenado, Campo Grande preservou atributos que hoje representam importantes diferenciais competitivos: avenidas amplas, mobilidade urbana, abundante arborização, baixa densidade e forte integração com áreas verdes.

Esse desenvolvimento acompanha também a trajetória da Plaenge, presente em Campo Grande há quase quatro décadas. Ao longo desse período, participamos de diferentes momentos da evolução da cidade, desenvolvendo empreendimentos que acompanham as transformações urbanas e contribuem para a valorização de regiões estratégicas.

Para a Diretora da Unidade de Negócio da Plaenge, Valéria Gabas, a evolução da cidade demonstra que crescimento econômico e qualidade de vida podem caminhar lado a lado.

“Ao longo dos últimos 40 anos, Campo Grande viveu um ciclo de crescimento muito significativo, impulsionado por investimentos em infraestrutura e pela valorização de áreas verdes, características que reforçam sua identidade como uma cidade voltada ao bem-estar. Hoje vemos novos polos de desenvolvimento surgindo em diferentes regiões, especialmente no eixo leste, acompanhando as transformações da cidade.”

Segundo ela, esse conjunto de características fortalece o potencial de valorização da Capital. “Campo Grande reúne planejamento urbano, avenidas largas, arborização abundante, mobilidade e um ritmo de vida equilibrado. Esse conjunto faz da cidade um lugar cada vez mais desejado para viver e investir e explica seu potencial de valorização para as próximas décadas.”

Crescimento planejado moldou a identidade da Capital

O desenvolvimento de Campo Grande é resultado de decisões urbanísticas construídas ao longo de décadas.

Para o arquiteto e urbanista Ângelo Arruda, a organização territorial da cidade permitiu que seu crescimento ocorresse preservando atributos fundamentais para a qualidade de vida. “Desde o início do século XX, Campo Grande adotou instrumentos de planejamento urbano que estruturaram seu crescimento. A cidade preservou áreas verdes, definiu um traçado organizado e implantou parques e equipamentos urbanos que hoje fazem parte da sua identidade.”

Entre esses diferenciais, a arborização se destaca como uma das principais marcas da capital. “Campo Grande é reconhecida como uma cidade das árvores. A proteção das áreas verdes, dos córregos e a criação de parques fizeram com que ela construísse uma identidade urbana rara entre as capitais brasileiras.”

Esse equilíbrio entre urbanização e natureza tornou-se um dos principais fatores de atratividade para moradores, investidores e empresas que buscam cidades capazes de oferecer desenvolvimento aliado ao bem-estar.

Novos polos de desenvolvimento impulsionam a valorização imobiliária

Nas últimas décadas, Campo Grande passou por um processo de expansão que resultou no surgimento de novos bairros, no desenvolvimento de regiões estratégicas e na consolidação de importantes eixos de desenvolvimento urbano.

Esse movimento acompanha mudanças no perfil das famílias e nas expectativas em relação ao morar, cada vez mais voltadas para qualidade de vida, segurança, conveniência e proximidade com áreas verdes.

Segundo Valéria Gabas, compreender essa evolução é essencial para desenvolver empreendimentos alinhados às necessidades atuais e futuras da cidade. “Regiões como o Chácara Cachoeira cresceram impulsionadas pela infraestrutura, pelo comércio e pelos serviços. Ao mesmo tempo, novos loteamentos e condomínios refletem mudanças no perfil das famílias, que passaram a buscar mais qualidade de vida, segurança e contato com áreas verdes.”

Com quase quatro décadas de atuação em Campo Grande, a Plaenge acompanha permanentemente essas transformações para identificar regiões com potencial de desenvolvimento e contribuir para uma expansão urbana qualificada, por meio de projetos que valorizam o entorno e fortalecem a evolução da cidade.

Economia fortalece um novo ciclo de crescimento

O momento vivido por Mato Grosso do Sul também amplia as perspectivas para a capital.

A expansão da cadeia da celulose, os investimentos em infraestrutura logística e projetos estratégicos, como a Rota Bioceânica, vêm reposicionando o estado no cenário nacional, atraindo empresas, profissionais e novos investimentos.

Na avaliação de Ângelo Arruda, esse movimento tende a elevar a demanda por empreendimentos de maior qualidade. “O avanço da indústria, especialmente da cadeia da celulose, a Rota Bioceânica e novos investimentos estão reposicionando o Estado no cenário nacional. Esse movimento atrai profissionais, empresas e investimentos, elevando também a demanda por empreendimentos de maior qualidade.”

Segundo o arquiteto, Campo Grande reúne condições para ultrapassar a marca de um milhão de habitantes preservando os atributos que a tornaram referência em qualidade urbana, desde que o planejamento continue sendo prioridade.

Cidade do futuro

Ao olhar para os próximos anos, reafirmamos nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável da cidade e com a criação de empreendimentos que contribuam para sua evolução.

Para Valéria Gabas, o crescimento econômico do estado exigirá soluções urbanas cada vez mais qualificadas. “O crescimento econômico do Mato Grosso do Sul exigirá soluções urbanas cada vez mais qualificadas. A Plaenge deseja continuar contribuindo para esse futuro por meio de projetos que valorizem a experiência de morar, promovam qualidade de vida e deixem um legado positivo para a cidade.”

Ângelo Arruda reforça que o principal desafio será manter o equilíbrio entre crescimento e preservação da identidade urbana. “O futuro passa por planejamento, educação, inovação e sustentabilidade. Campo Grande tem todas as condições de continuar crescendo sem perder seu caráter acolhedor, sua paisagem urbana e sua forte relação com a natureza.”

Ao completar 127 anos, Campo Grande celebra não apenas sua história, mas também um modelo de desenvolvimento que demonstra ser possível conciliar crescimento econômico, planejamento urbano e qualidade de vida — características que continuam atraindo moradores, investidores e empresas e que ajudam a construir uma cidade preparada para os desafios das próximas décadas.

 

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