Caso Fred: CBMA rejeita embargos, e sentença de R$ 18 milhões a favor do Atlético-MG é mantida
SOBRE O EVENTO
brasil
Início:10/03/2021 17:15
Fim:11/03/2021 23:15
Atacante terá 10 dias para cumprir sentença por ter assinar com a Raposa após rescindir no Galo; jogador do Fluminense ainda tem recurso em ação trabalhista contra o Atlético
Ao menos no âmbito arbitral, o longo "caso Fred" acabou. O imbróglio envolvendo o atacante do Fluminense e o Atlético-MG, seu ex-clube, teve decisão de segunda instância mantida e o Galo segue com direito a receber a multa de R$ 10 milhões (que virou R$ 18 milhões em três anos) do camisa 9. O CBMA já havia indeferido recurso de Fred, que entrou com "embargos". Eles também foram rejeitados.
Quem trouxe a notícia foi o ex-vice-presidente do Atlético, Lásaro Cândido, por meio de seu Twitter. O ge já havia informado que Fred e o próprio Cruzeiro haviam entrado com os "embargos declaratórios" contrários à decisão do Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem. A multa dos R$ 10 milhões foi cobrada pelo Galo contra Fred por ele ter assinado com o rival Cruzeiro logo após rescindir no clube alvinegro.
Há 20 dias, o CBMA negava o recurso do atacante Fred contra sentença que o obriga a ressarcir o Atlético-MG na longa batalha jurídica iniciada com a ida do jogador para o Cruzeiro, logo após sair do Galo.
O prazo para o experiente atleta quitar a dívida é de 10 dias, sob risco de sofrer sanções disciplinares e até mesmo financeiras(desde bloqueio e repasse de 10% da remuneração mensal à proibição de atuar). O Atlético poderá até mesmo ir na Justiça Comum com ação de "execução". Os 10 dias começam a contar a partir da data que a secretaria da CNRD intimar Fred.
A briga segue viva, em outro ambiente. Na Justiça Trabalhista, Fred entrou com processo cobrando R$ 2 milhões do Atlético, além de solicitar a queda da ação arbitral na CNRD, da CBF. Entre idas e vindas, liminares, tutelas, embargos e agravos, o Tribunal Regional do Trabalho de Minas manteve o processo arbitral, e Fred entrou com último recurso. Tudo indica que o caso ainda irá para Brasília, no TST (Tribunal Superior do Trabalho).
Por Redação do ge — Belo Horizonte
10/03/2021
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